Triste fim do sequer lembrado
Março 30, 2008
Desde quando tiveste a impáfia de viver
sem ter a compaixão de repartir-se comigo
vago solitário, ébrio em pensamentos
funestos
na vertigem destas sensações
a alma desmancha-se em suspiros
enquanto a febre molha minha garganta
e as imagens em meu cérebro perdem o vigor
definham
até o auto anulamento.
Entry Filed under: Poesias. Tags: compaixão, febre, vertigem.
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